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	<title>Blog do Guto Kraft</title>
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		<title>4 características para um bom atendimento</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 12:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gutokraft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida de Freelancer]]></category>

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		<description><![CDATA[Ser um grande profissional não se resume a dominar com propriedade apenas uma área de conhecimento. Pode até ser, mas é cada vez mais necessário ser flexível e, muitas vezes, buscar aprimoramento em disciplinas que fogem ao escopo da sua profissão. Digo isso porque quando planejei minha empreitada como freelancer um dos fatores com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ser um grande profissional não se resume a dominar com propriedade apenas uma área de conhecimento. Pode até ser, mas é cada vez mais necessário ser flexível e, muitas vezes, buscar aprimoramento em disciplinas que fogem ao escopo da sua profissão.<br />
<br />
Digo isso porque quando planejei minha empreitada como freelancer um dos fatores com o qual menos me preocupei era o atendimento. Acreditava, em minha ingenuidade, que bastava ser competente e usar da minha simpatia usual para conquistar e manter clientes. É bastante previsível dizer que logo o dito atendimento se tornou um dos meus maiores desafios.<br />
<br />
Se você é um bom profissional e tem um grande trabalho, com certeza muita gente terá interesse em te conhecer e, possivelmente, contratar seus serviços. Mas isso não é tudo. Porque clientes são, antes de qualquer coisa, pessoas, e essas carregam consigo idéias, anseios, experiências, preconceitos, e todos aqueles outros sentimentos tão humanos e tão normais.<br />
<br />
Após muitas e muitas horas em reuniões, ligações, respondendo e-mails e trocando mensagens instantâneas. Juntei experiência suficiente para listar 4 características indispensáveis a qualquer profissional em carreira solo que pretende não apenas atender, mas também, fidelizar seus clientes.<br />
<br />
<strong>1. Humanidade</strong><br />
Não tem nada mais chato do que ser atendido por uma máquina. Muitas vezes, devido a falta de tempo ou de paciência, acabamos agindo como uma. A questão não é ser simpático. É ser humano.<br />
<br />
Pense em você encontrando o cliente pessoalmente (principalmente antes de fechar o contrato), como seria? Provavelmente haveria um sorriso, um cumprimento amistoso, uma conversa bacana (por mais formal que fosse). Então, não faz muito sentido a mudança de meio de comunicação varrer completamente esse comportamento tão humano, não é mesmo?<br />
<br />
Mesmo respostas automáticas, enviadas por robôs, não pulam o cumprimento inicial em um e-mail, usam uma frase só como texto, ou escrevem um frio “Att” de despedida.<br />
<br />
<strong>2. Paciência</strong><br />
Não é incomum necessitar de um serviço do qual não entendemos bulhufas. Isso acontece todo o tempo, e com certeza o que deixa qualquer consumidor mais seguro na contratação é entender e aprender o suficiente sobre o serviço do qual necessita.<br />
<br />
O comportamento de cada cliente para chegar a esse entendimento varia muito. Alguns vão se fazer de entendidos e apenas dar os famosos “pitacos” para se sentirem participantes no projeto. Outros vão perguntar e perguntar (muitas vezes a mesma coisa). E outros ainda irão pedir a opinião de qualquer colega ou familiar mais ou menos entendido em alguma área que tenha um pouco haver com o serviço. Adivinha quem será bombardeado com toda essa confusão?<br />
<br />
Seja qual for a ação do seu cliente, tudo o que você não pode fazer é perder a calma. A pior atitude a se tomar em um momento de stress é ficar nervoso. Então, conte até 10, tome um cafezinho, ouça um Jazz e pense em uma atitude inteligente.<br />
<br />
Não esqueça que o processo de comunicação, como qualquer outra atividade, é passível de erros e ruídos. Bem como análise e correção. Pense nisso e avalie se no seu trabalho de atendimento houve alguma comunicação confusa que gerou entendimento equivocado. Procure pontos não esclarecidos. Releia e-mails, briefings. Explique ou re-explique o que for necessário, sempre, com muita calma e, se possível, bom humor.<br />
<br />
Esse, sem sombra de dúvida, é um dos pontos mais importantes da comunicação com seus clientes, no post do link, falo um pouco mais sobre: <a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/11/07/cliente-nao-entendeu-explique-de-novo/" target="_blank">http://webinsider.uol.com.br/2010/11/07/cliente-nao-entendeu-explique-de-novo/</a><br />
<br />
<strong>3. Generosidade</strong><br />
Um cliente satisfeito com seu trabalho, sem dúvida alguma, irá voltar a te procurar e, além disso, lhe indicará qualquer colega que precise de um serviço similar.<br />
<br />
Seu trabalho bem feito, em uma troca justa de valor x serviço, sem dúvida proporcionará a satisfação do contratante. Mas, o algo mais, na medida certa, pode proporcionar muito mais.<br />
<br />
Em um serviço de desenvolvimento web, por exemplo, existem muitas possibilidades de ser generoso. Implementar um diferencial, algo que não estava no briefing. Fazer aquela alteração de última hora não prevista, sem cobrar nada por isso. Oferecer um pequeno suporte para alguma tecnologia ou interface mais complexa. Enfim, demonstrar que seu objetivo não é apenas lucrar com a execução do projeto, mas sim o sucesso dele.<br />
<br />
Já conheci muitos profissionais que não concordam e acham que o justo é ter aquilo pelo que se paga. Não é, de modo algum, uma forma errada de se pensar. Mas, acredito que, um empenho maior ou algumas horas a mais de trabalho do que o previsto, para se chegar a um resultado melhor, podem gerar um benefício futuro que não tem preço.<br />
<br />
<strong>4. Bom-senso</strong><br />
Por último a característica que é a chave para todas as outras serem aplicadas com eficácia. Não há fórmula ou metodologia mágica para se relacionar bem com um cliente.<br />
<br />
O segredo é ponderar, pensar com calma, e buscar o ponto para cada um. “Chutar o balde” está fora de questão. Com experiência, bom-senso e a cabeça fria você saberá como se comunicar com as pessoas. Como vender seus serviços, sendo humano, paciente e generoso, na medida certa.</p>
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		<title>Freelancer e o atendimento</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 19:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gutokraft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensando em Web]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freelancer]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas mais comuns no atendimento ao cliente é explicar o que foi ou precisa ser feito em um projeto. E isso, como qualquer outra tarefa, requer muita prática buscando constante aprimoramento em sua execução. Acho que todo profissional já se sentiu falando da “rebimboca da parafuseta” ao usar um ou outro termo técnico, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas mais comuns no atendimento ao cliente é explicar o que foi ou precisa ser feito em um projeto. E isso, como qualquer outra tarefa, requer muita prática buscando constante aprimoramento em sua execução. Acho que todo profissional já se sentiu falando da “rebimboca da parafuseta” ao usar um ou outro termo técnico, desgraçadamente, insubstituível.</p>
<p>Numa área tão complexa quanto a web, muitas vezes é impossível facilitar a compreensão de algumas coisas. O jeito é partir para o clássico “tim-tim por tim-tim” porque, no fim das contas, todo projeto tem inúmeras possibilidades e escolhas para as partes envolvidas e, o reflexo delas no resultado final, é responsabilidade direta do desenvolvedor e do conhecimento que esse passou para o seu cliente poder optar por A ou B ou X, Y e Z. </p>
<p>Em minha empreitada como desenvolvedor e, mais recentemente, freelancer, já passei por muitas e muitas situações bem doidas. Algumas com feedbacks bons, outras problemáticas e, outras ainda, inacreditáveis. O fato é que, cada uma delas, me ensinou muito ao passo em que me propus a aprender e não apenas me gabar ou me revoltar com seus resultados. Então, o que faço agora, é dar algumas dicas de como evitar problemas relacionados ao atendimento.</p>
<p><strong>Identifique seu cliente</strong><br />
Achar a medida de cada cliente é o ideal, muitas pessoas realmente se interessam e querem saber o porquê de cada detalhe. Outras só esperam que seus problemas sejam resolvidos da melhor forma. Outras ainda acham que sabem de tudo e só querem uma ferramenta com conhecimento técnico para executar suas idéias. O segredo é identificar para quem você está trabalhando e qual será sua estratégia para, junto com ele, desenvolver o trabalho da melhor maneira. </p>
<p><strong>Fique atento ao preconceito</strong><br />
Aposto que o maior temor de qualquer profissional que se preocupe com sua imagem é ficar com fama de picareta, culpa dos verdadeiros picaretas que existem nessa área. Muitas pessoas me procuram com uma idéia já formada, desconfiadas dos meus argumentos, sempre com um pé atrás. Sua missão, para o bem dos bons profissionais, é quebrar essa idéia pré-formada. Posso dizer com propriedade que o cliente desconfiado, depois de convencido do contrário, sempre lhe dará crédito.</p>
<p><strong>Ouvir é tão importante quanto falar</strong><br />
Um dos piores erros que um desenvolvedor pode cometer é achar que sabe de tudo. Um médico não tem como diagnosticar uma doença sem saber o que seu paciente está sentindo. Pode até identificar os sintomas, visualizar um ou outro traço, mas os bons médicos são aqueles que, antes de qualquer coisa, ouvem seus pacientes e explicam porque eles sentem o que sentem e como sua prescrição irá resolver seus problemas. Desenvolvimento web é a mesma coisa, os bons desenvolvedores ouvem antes de pensar. Conhecer as necessidades é o que forma um background para pensar em soluções.</p>
<p><strong>Não canse de explicar</strong><br />
Não tem jeito, é preciso explicar a mesma coisa um milhão de vezes, para um milhão de pessoas. É assim que é. Não reduza suas explicações para o “Senhor A” porque acabou de falar a mesma coisa ao “Senhor B”. Nem pense em um modo de enxugar o que precisa ser dito. Ensinar seus clientes com disposição pode ser seu diferencial no mercado. Uma forma de construir verdadeiras relações duradouras e de sucesso.</p>
<p><strong>Enrolar, mesmo um pouquinho, vai te trazer problemas</strong><br />
Sabe aquela história de quem muito enrola acaba enrolado por si mesmo. É a mais pura verdade. Ninguém é obrigado a saber de tudo. Então, seja sincero, se você não sabe algo, diga. Se pretende pesquisar a respeito ou não, já é outra história. Mas enrolar seu cliente é uma coisa muito feia mesmo e, com certeza, não gera bons frutos.</p>
<p><strong>Seja digno</strong><br />
A partir do momento em que um compromisso é assumido ele deve ser cumprido. Com a ênfase e ferramentas que você se dispôs a usar. Uma das coisas que mais me revoltava em agências era o “pára tudo”. Pára tudo porque esse cliente grande pediu algo, então joga esse menor pra depois. Isso acontece o tempo todo em todo lugar, desde oficinas mecânicas até técnicos de informática e, em minha opinião, é uma das atitudes menos éticas que pode ser tomada. Então, não fazendo isso, estamos construindo um mundo melhor. E isso é sério!</p>
<p>Trocar idéias é importante. Passar 2 horas respondendo e-mails não é algo estimulante. Fazer dezenas de orçamentos que podem nunca ser respondidos é cansativo. Mas se você é freelancer são coisas que vai ter que fazer, então&#8230; faça de um jeito legal!</p>
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		<title>Design de livros, ou, um ponto de virada</title>
		<link>http://gutokraft.com/blog/design/design-de-livros-ou-um-ponto-de-virada/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 19:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gutokraft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo que vivemos hoje, em nossa profissão, é fruto de obras do passado. Lembrar o que aconteceu, pensar sobre o que nos trouxe até aqui, não é um exercício de consideração com os que construíram nosso mundo, a meu ver, é um trabalho de reflexão que pode dar ferramentas estratégicas para continuar essa empreitada em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo que vivemos hoje, em nossa profissão, é fruto de obras do passado. Lembrar o que aconteceu, pensar sobre o que nos trouxe até aqui, não é um exercício de consideração com os que construíram nosso mundo, a meu ver, é um trabalho de reflexão que pode dar ferramentas estratégicas para continuar essa empreitada em nosso trabalho.</p>
<p>Quando comecei a estudar design, em 1999, a web era mais promessa do que realidade, trabalhar com ela era impalpável. No entanto, sempre tive uma ligação com livros e histórias em quadrinhos. Nada mais normal do que minhas primeiras referências terem surgido daí. Não tenho vergonha de dizer que comprei muitos livros pela capa, os guardo até hoje e, vários deles, sequer cheguei a ler.</p>
<p>Foi pesquisando sobre capas de livros e os profissionais que as criavam, que descobri um ponto de virada que mudou o mercado da época em nosso país e que, com certeza absoluta, também traçou um destino diferente para nós, designers atuais.</p>
<p>Acho necessário fazer um pequeno discurso sobre o &#8220;design dos livros&#8221; (já que na atualidade o trabalho do designer não se limita apenas a capa), no Brasil. Decorrência esta que também serve como justificativa para, na minha opinião, inserir o nome de alguns capistas na vanguarda do design nacional. </p>
<p>Até meados dos anos 60 os livros brasileiros seguiam a tradição francesa das capas neutras, limitadas a letragem e com, no máximo, uma vinheta &#8211; ou extrapolavam para um desenho figurativo, nem sempre de bom gosto. Mesmo quando esses desenhos traziam assinaturas ilustres (Portinari, Djanira, Santa Rosa), não havia integração entre o conceito do livro, o desenho e a tipografia. Ou seja, não havia design.</p>
<p>Foi então que &#8220;aconteceram&#8221; os primeiros capistas que, além de modernizar as capas deram personalidade as editoras que, mais recentemente, começaram a acolher o design como orgão vital de sua estrutura. </p>
<p>E é, sem sombra de dúvida, devido a nomes como Eugênio Hirsch, Bea Feitler, Michel Burton e, a partir dos anos 70 Victor Burton, Hélio de Almeida, Moema Cavalcanti, Ettore Bottini, João Baptista de Aguiar entre outros, que as capas nacionais brilham entre as mais belas do mundo. Isso sem contar o parque gráfico brasileiro que deve muito do seu amadurecimento aos livros.</p>
<p>Os designers de hoje atuam em duas pontas, ajudando a pensar o livro como um produto completo e criando outros padrões de exigência para o uso das máquinas do parque gráfico brasileiro. E tudo graças ao trabalho de designers que tiveram uma visão diferente da que o mercado da época lhes impunha. O excêntrico Eugênio Hirsch foi um dos primeiros a desenvolver uma capa ousada (<i>Lolita</i> de Vladimir Nabokov) que retratava o conceito da obra e se tornou um marco do design brasileiro.</p>
<p>Um pouco mais tarde Victor Burton (o designer que mais me influenciou) surgiria com trabalhos tão belos quanto técnicos. Seu &#8220;estilo&#8221; é caracterizado por um bom gosto refinado que cria uma atmosfera particular em torno de cada livro, dando mais personalidade a estes. O cuidado com a escolha de cada detalhe, das fontes, cores, imagens (quase sempre obras de arte de outros artistas) entre outros elementos, traz um resultado sempre fascinante e que pode traduzir suas capas como finamente harmônicas e inovadoras.</p>
<p>Trata-se de uma geração de profissionais que através de uma visão inovadora e de trabalho diferenciado traçaram um novo rumo para a profissão em nosso país. Foi um processo gradual mas que tem um ponto de virada bem definido. No qual, mais do que livros, os leitores da época compravam marcos históricos do design. Claro que as capas diferenciadas lhe enchiam os olhos, mas me pergunto se eles se davam conta do real valor de cada obra.</p>
<p>A primeira vista pode parecer um tema distante do que comumente venho trabalhando no blog, mas, sem muita reflexão a respeito, se mostra um tema sem o qual, provavelmente, esse blog nem existiria.</p>
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		<title>Ensaio de reflexão humano-digital</title>
		<link>http://gutokraft.com/blog/pensando-em-web/ensaio-de-reflexao-humano-digital/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 14:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gutokraft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensando em Web]]></category>

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		<description><![CDATA[A internet é uma história de mudanças. Desde seus primórdios militares até agora e daqui pra frente tudo o que vemos é um sem fim de áreas técnicas, artísticas e filosóficas se adaptando e evoluindo e indo e voltando. Buscando espaço, tentando entender e, muitas vezes, prever onde estar e o que fazer para cumprir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet é uma história de mudanças. Desde seus primórdios militares até agora e daqui pra frente tudo o que vemos é um sem fim de áreas técnicas, artísticas e filosóficas se adaptando e evoluindo e indo e voltando. Buscando espaço, tentando entender e, muitas vezes, prever onde estar e o que fazer para cumprir seu papel, cada vez melhor, na rede.</p>
<p>Isso não acontece por alguma intervenção mágica ou pelo simples passar do tempo. Deve-se a ação humana, ao que nós fazemos e a maneira como interagimos com o que nos oferecem. Tudo que funciona e é aprimorado, como o que é abolido, tem seu destino traçado por nosso comportamento, nossa aceitação.</p>
<p>Então, pensar na internet é pensar em nós mesmos. E isso é um exercício muito legal de se fazer. Lembre das primeiras vezes em que você utilizou a rede. O que você fazia? Qual era o primeiro site que você acessava? Ele ainda existe ou algum outro, similar, o ultrapassou? Qual foi sua primeira conta de e-mail?</p>
<p>Pessoalmente gosto bastante da sensação de nostalgia que esse tipo de reflexão traz. Principalmente porque nos leva a um ponto bem acima do técnico. Lembra situações e pessoas, descobertas e frustrações. Parte de nossas vidas se desenrolando em frente a um monitor. Web não é só trafego de dados, informação. É muito mais que isso. É experiência, sensação, é feita por humanos para humanos que não querem só saber mais ou comprar algo de maneira mais eficiente.</p>
<p>No fim das contas isso me faz pensar em algo, digamos, mais complexo. Quem evoluiu por conta de quem&#8230; Eu como pessoa? A internet como ferramenta?</p>
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		<title>Web no Brasil para o Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 13:33:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gutokraft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensando em Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Já de cara vou dizer que não tenho grandes pretensões com esse post. Não vou entrar de sola em um tema que dá pano pra manga e que já tem discussões intermináveis entre profissionais bem gabaritados no ramo. Tecerei brevemente minha opinião sobre uma das facetas do desenvolvimento web em nosso país. Já que sou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já de cara vou dizer que não tenho grandes pretensões com esse post. Não vou entrar de sola em um tema que dá pano pra manga e que já tem discussões intermináveis entre profissionais bem gabaritados no ramo. Tecerei brevemente minha opinião sobre uma das facetas do desenvolvimento web em nosso país. Já que sou daqui e 90% dos projetos que realizei têm como público meus compatriotas </p>
<p>Nosso trabalho é fortemente embasado em referências, de várias áreas: planejamento, marketing, design, motion, usabilidade, arquitetura da informação e tecnologia. Cada uma com suas particularidades e derivantes, mas todas interligadas para atingir um resultado que, se marcante, será uma nova referência a ser analisada, discutida e catalogada em arquivos mentais de outras dezenas ou centenas ou milhares de profissionais.</p>
<p>O fato é que, nesse processo, conhecemos bons trabalhos de todos os cantos do mundo. Nos vemos envolvidos em discussões internacionais sobre engajamento, mídias sociais, e-commerce, mobile e um sem fim de temas, tendências e até previsões a lá Nostradamus.</p>
<p>Sendo bem sincero, adoro isso, acho extremamente construtivo ler, conhecer cases de cair o queixo e ver soluções que de tão inovadoras beiram a ficção científica. Mas além do campo do deslumbramento, da empolgação, a experiência me ensinou que a ação chave para utilizar qualquer referência em um projeto é ‘ponderar’.</p>
<p>Deus sabe quantas ações milionárias e tão lindas que mereceriam um espaço em qualquer museu, foram lançadas e aguardaram até seu fim conversões que nunca aconteceram, já que seu público estava ocupado demais vendo fotos de gatinhas(os) pelos perfis do Orkut&#8230; Orkut?! Sim! Porque aqui chegamos ao ponto que estou tentando abordar desde que comecei a escrever: estamos no Brasil, ora bolas.</p>
<p>Lembro que, ainda na faculdade, um professor de antropologia me disse “Essa será uma das disciplinas que terá mais importância na sua carreira” na época estava preocupado demais em fazer um trabalho sobre a cultura de queimar coisas dos esquimós pra refletir sobre isso. Hoje vejo o quanto de razão ele tinha. Todo profissional sabe a importância de se conhecer o público alvo, de pensar cada fase do projeto com foco. Acontece que quando o assunto é internet parece que essa concentração evapora dos cérebros mais sensatos. Não sei dizer se é pela atmosfera de inovação. Pelo complexo de que ano após ano tudo é novo na web e que, devido a isso, precisamos inovar pra caramba também. Ou ainda por falta de vivência na área. Só sei que já vi muita gente perdendo muito tempo e gastando muito dinheiro em projetos mirabolantes que, simplesmente não funcionam, porque não foram feitos para nossa realidade.</p>
<p>Nosso país é tão grande que poderia ser um continente inteiro, com vários países dentro que em comum teriam, praticamente, só um idioma parecido e a paixão pelo futebol. Coisas do passado como o IE6, 800&#215;600, internet discada, ainda existirão por um bom tempo por aqui e, acredite, não só entre os usuários mais simples. E o contraste vai longe, porque o mesmo empresário que acabou de comprar o Iphone 4, instalará o Windows XP em seu laptop, por achar que ele é mais rápido, e adivinha que browser ele irá usar?</p>
<p>Nosso mercado é tão imprevisível, tão diferente, que não existe como prever o que irá “colar” por aqui. Impossível saber com base no que está fazendo sucesso lá fora. Esse conhecimento pode vir com referências locais, testes, leitura de dados e planejamento focado.</p>
<p>Precisamos aprender a lidar com nossas diferenças e ponderar nosso vislumbre. Há que se explorar as possibilidades, por exemplo: nossa <i>long-tail</i> pode ser muito <i>long</i> mesmo, eu diria uma <i>tail</i> de jacaré-açu.</p>
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		<title>Freelancer vs Tempo</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 21:46:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gutokraft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensando em Web]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Freelancer]]></category>

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		<description><![CDATA[“O tempo é como um gás, quanto mais espaço ele tem, mais espaço ele ocupa.” Frase muito sábia de algum sábio desconhecido. Quando um profissional decide se tornar freelancer, geralmente já tem em mente uma série de dificuldades que esse tipo de carreira proporciona. Com a mão na massa e o passar do tempo alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i>“O tempo é como um gás, quanto mais espaço ele tem, mais espaço ele ocupa.”</i> Frase muito sábia de algum sábio desconhecido.</p>
<p>Quando um profissional decide se tornar freelancer, geralmente já tem em mente uma série de dificuldades que esse tipo de carreira proporciona. Com a mão na massa e o passar do tempo alguns desses desafios se mostram bem fáceis de serem transpostos, outros nem tanto e outros ainda serão eternos companheiros tendo de ser controlados constantemente e, caso não sejam desenvolvidos métodos ou ferramentas para isso, se tornarão problemas que podem por em risco todo seu modo de vida. Acho que o mais primordial e clássico desses desafios é o controle do seu tempo.</p>
<p>Na profissão de desenvolvedor web é muito difícil estimar o tempo de cada projeto. Pelo lado técnico é comum implementar uma ferramenta ou tecnologia nova, e isso demanda um tempo de estudo e testes. Cada detalhe pode tomar muito mais tempo que o previsto, o inverso também acontece com frequência. No caso do design, pelo menos a meu ver, é ainda mais difícil fazer uma estimativa que beire a exatidão. Um processo que requer inspiração, riqueza de detalhes e também envolve vários aspectos técnicos tem tudo para fazer seu dia passar em um instante. Sabe quando você olha o relógio e diz: “Como assim? Já são seis horas?? Mas pra mim ainda tava tão cedo.”</p>
<p>Pois é, não sei e ninguém nunca me mostrou uma receita infalível para o controle de tempo. Essa é uma tarefa cuja solução não existe, mas, sem sombra de dúvida, tem como ser controlada, e esse controle tende a ser otimizado com técnicas, ferramentas, tentativa e erro, que só sua experiência de trabalho e de vida, irá trazer.</p>
<p>Acredito que o primeiro passo para estimar o tempo gasto em futuros projetos é conhecer o tempo gasto nos projetos atuais. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Timesheet" target="_blank">Timesheet</a> é algo que causa arrepios em muitos profissionais, principalmente freelancers, mas não há como negar que é útil e funcional. Existem softwares muito bacanas pra fazer isso, que facilitam demais o processo. O que utilizo se chama <a href="http://getklok.com/" target="_blank">Klok</a>, é um aplicativo Adobe Air, com uma interface bem bacana e bastante simples de usar. Ele possui um arquivo .xml fácil de ser editado, tornando possível configurar vários tipos de projetos e suas etapas. Recomendo fortemente.</p>
<p>Outro fator relacionado a tempo que me deu bastante dor de cabeça quando me tornei freelancer foi a relação ‘tempo x dinheiro’. Quanto cobrar? Quanto preciso faturar no fim do mês pra valer a pena? Quando extrapolar o tempo estimado em um projeto me traz prejuízo real? Existem várias variáveis envolvidas mas, de modo geral, colocar tudo isso no papel, visualizar e pensar é algo que ajuda muito. Aquela história de tornar paupável é bem real. Por algum tempo utilizei um softwarezinho bem útil para isso, trata-se do <a href="http://www.baixaki.com.br/download/feat.htm" target="_blank">Feat</a>. Simples e dinâmico me serviu como uma ferramenta de análise e reflexão. Hoje não o utilizo mais, mas me foi bem útil.</p>
<p>Pra fechar, a melhor dica que posso dar: Seja sincero consigo mesmo!<br />
Não pense em pegar um projeto para fins de semana se no fundo você sabe que não vai trabalhar nele de maneira satisfatória. Não passe um prazo curto contando com um empenho sobre-humano da sua parte. Jamais passe um prazo exato ou garantia de êxito em um projeto com uma tecnologia que você não domina. Como já dizia Wireman: “Temos mentiras suficientes pra nos enganar por uma vida inteira.” Se auto-iludir é o pior erro que um freelancer pode cometer. Aquela história de dar um jeitinho na hora, é o clássico tiro no pé.</p>
<p>Tem muito mais coisa pra ser dita sobre controle de tempo. Provavelmente ainda escreverei mais sobre isso, por hora, espero que minhas experiências lhe sejam úteis <img src='http://gutokraft.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Case Vila do Artesão</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 17:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gutokraft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa segunda (20/09/10) foi o lançamento do novo site da Vila do Artesão, um projeto bem legal e promissor no qual estive trabalhando nas últimas semanas. A Vila do Artesão é um blog especializado em artesanato brasileiro. Ele é cuidadosamente administrado por Cris Turek e Marcelo Pereto que, mais do que clientes, foram meus parceiros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa segunda (20/09/10) foi o lançamento do novo site da <a href="http://viladoartesao.com.br/blog" target="_blank">Vila do Artesão</a>, um projeto bem legal e promissor no qual estive trabalhando nas últimas semanas.</p>
<p>A Vila do Artesão é um blog especializado em artesanato brasileiro. Ele é cuidadosamente administrado por Cris Turek e Marcelo Pereto que, mais do que clientes, foram meus parceiros desde a estratégia até a implementação do último plugin. A Vila é bastante popular recebendo certa de 200.000 acessos por mês e tendo conversões impressionantes. O segredo desse sucesso é o cuidado especial de seus moderadores com os artigos, com o blog, suas ferramentas e, principalmente, com seu público.</p>
<p><img alt="Blog Vila do Artes&atilde;o<br />
" src="http://gutokraft.com/-imagens-posts/post-9-vila-do-artesao.jpg" title="Blog Vila do Artes&atilde;o" class="aligncenter" width="567" height="872" /></p>
<p>O objetivo do Marcelo e da Cris ao me procurar era criar um novo design que fosse, principalmente, mais amistoso. Depois de algumas conversas trocamos várias idéias, tivemos outras e o projeto ganhou nova proporção. Traçamos o perfil dos usuários e ponderamos os assuntos mais populares. Fiz uma análise da construção atual da página, arquitetura da informação e ferramentas de navegação. Estudando soluções similares, tendências e necessidades do blog. Verificamos vários pontos que podiam ser explorados e tudo ficou muito mais empolgante.</p>
<p>O passo seguinte foi filtrar a informação e pensar em como trabalhar tudo que havíamos planejado, ou seja, era a hora de criar uma estratégia. Em um site como o da Vila, que é bem popular e já tem um público definido, é preciso ter cautela. Por isso um dos principais pontos abordados foi o <a href="http://gutokraft.com/blog/pensando-em-web/vantagens-do-crescimento-gradativo" target="_self">crescimento gradativo</a>. Seria preciso implementar parte das alterações, estudar seu impacto e partir para a próxima etapa, sempre levando em conta o feedback e otimizando o que já está feito e o que está planejado. Com isso em mente definimos quais seriam os pontos impactantes do novo design, quais ferramentas seriam redesenhadas, onde buscaríamos mais conversões e o que guardaríamos para o futuro.</p>
<p>O design, como era o intuito inicial, é amistoso e alegre. Em alguns detalhes parece ter sido feito a mão. Utiliza várias imagens, texturas e tipografias, ainda assim é leve, acessível e apresenta um ótimo desempenho. Outra preocupação na montagem utilizando WordPress foi facilitar a alteração das áreas atuais e a inclusão dos próximos passos do projeto.</p>
<p>A primeira vista o novo blog parece simples, e isso é ótimo, mas trata-se de um projeto complexo e cuidadosamente construído para ser eficaz em cada detalhe e, o principal, para crescer.</p>
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		<title>Básicos da implementação. Parte 3</title>
		<link>http://gutokraft.com/blog/implementacao-web/basicos-da-implementacao-parte-3/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 15:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gutokraft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Implementação Web]]></category>
		<category><![CDATA[Web Design]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem implementava sites no final do século passado até cerca de 3 anos atrás sabe o quanto era difícil trabalhar com tipografias diferentes. Geralmente fontes que não eram as padrões (como Verdana, Arial, Times New Roman) se tornavam imagens para aparecer nas páginas. Isso era muitíssimo chato porque toda vez que um texto desse tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem implementava sites no final do século passado até cerca de 3 anos atrás sabe o quanto era difícil trabalhar com tipografias diferentes. Geralmente fontes que não eram as padrões (como Verdana, Arial, Times New Roman) se tornavam imagens para aparecer nas páginas. Isso era muitíssimo chato porque toda vez que um texto desse tinha que ser alterado era preciso gerar uma nova imagem. Sem contar o impacto para SEO, como geralmente esses textos com fontes diferentes tinham destaque, acabavam sendo títulos ou call-to-action, que dariam belos h1, h2 ou links com textos âncora.</p>
<p>Hoje em dia vivemos uma época bem menos problemática e muito mais maravilhosa graças as, cada vez mais fantásticas, técnicas de font-replacement. Existem várias, vou listar as que já usei e dizer quais as vantagens e desvantagens que enxergo em cada uma delas.</p>
<p><strong>sFIR</strong><br />
O <a href="http://www.mikeindustries.com/blog/sifr/" target="_blank">sFIR</a> é uma das técnicas mais populares e, até onde sei, a primeira que se difundiu entre os desenvolvedores. Ela utiliza Javascript, Flash e CSS. Basicamente o script lê os estilos que você criou no CSS checa se o Flash está instalado, caso esteja, cria a animação que será o texto com as propriedades definidas no CSS só que com a fonte que você escolheu, desenhada pelo Flash. As vantagens são:<br />
- É muito fácil colocar efeitos de texto do Flash, com anti-alising e sombras.<br />
- O texto fica selecionável.<br />
- Propriedade letter-spacing funciona muito bem.<br />
Por outro lado o SFIR é um pouquinho mais complexo de implementar, mesmo depois que a técnica é dominada ele acaba levando algum tempo a mais do que outras técnicas similares. Ele também é um pouco mais lento para substituir o texto.</p>
<p><strong>Cufon</strong><br />
O <a href="http://cufon.shoqolate.com/generate/" target="_blank">Cufon</a> também utiliza Javascript para desenhar as fontes no próprio browser. Acredito que sua grande vantagem é a fácil implementação e sua velocidade para renderizar o texto. Funciona assim, você ira subir as fontes que deseja que sejam substituídas na página do Cufon e então ele irá gerar um arquivo Javascript que na verdade são as informações para que a fonte seja renderizada. As principais vantagens do Cufon são:<br />
- Muito rápido no desenho das fontes.<br />
- Implementação simples, o que a torna mais rápida.<br />
Acredito que sua maior desvantagem é que o texto não fica selecionável. Também já encontrei dificuldade para a leitura de certos arquivos de fonte, principalmente quando é preciso trabalhar com variações da mesma família, como bold, extra-bold, thin, e por aí vai. Muitas vezes ele não carrega corretamente.</p>
<p><strong>Google Font Api</strong><br />
O <a href="http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/webfonts/" target="_blank">Google Font Api</a> é tudo de bom. Fácil de implementar, funciona perfeitamente, rápido, não necessita de nenhum arquivo externo no seu servidor, uma vez que as fontes estão no diretório do Google, o que o torna a opção mais leve também. Basta adicionar o link do Google a sua página e definir os estilos CSS com o nome da fonte que está sendo carregada. É a font-replacement dos sonhos. Sua única, e crucial, desvantagem é que o número de fontes disponíveis no <a href="http://code.google.com/webfonts" target="_blank">Google Font Directory</a> (tipografias que podem ser usadas) ainda é muito pequeno. Mas tem tudo para crescer.</p>
<p>Além dessas três sei que existem várias outras. Vantagens e desvantagens de cada técnica ou ferramenta a parte, uma coisa é certa, qualquer uma que seja utilizada é infinitamente melhor do que gerar imagens para substituir tipografias, em todos os aspectos.</p>
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		<title>Add-ons para desenvolvimento web</title>
		<link>http://gutokraft.com/blog/implementacao-web/add-ons-para-desenvolvimento-web/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gutokraft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Implementação Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Add-nos ou extensões são programinhas que, como o próprio nome sugere, se unem ao Firefox dando-lhe novas funcionalidades. Existem centenas deles, com as mais diversas funções. Além de muito úteis são sempre assunto em conversas de desenvolvedores, do tipo: “Ah, você já viu tal add-on? É muito melhor que aquele outro”, ou ainda: “Cara, descobri [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Add-nos ou extensões são programinhas que, como o próprio nome sugere, se unem ao Firefox dando-lhe novas funcionalidades. Existem centenas deles, com as mais diversas funções. Além de muito úteis são sempre assunto em conversas de desenvolvedores, do tipo: “Ah, você já viu tal add-on? É muito melhor que aquele outro”, ou ainda: “Cara, descobri um add-on que é massa para tal coisa”.</p>
<p>Nesse post fiz uma lista de extensões que uso no meu trabalho de desenvolvimento, a maioria é voltada a implementação, outros são úteis para armazenar referências e organizar informações. Todos me auxiliam bastante em tarefas diárias e, espero, que a você também.</p>
<p><strong>Delicious Bookmarks</strong><br />
O Delicious é uma comunidade on-line que tem como principal função o arquivamento e organização dos bookmarks do usuário. Trocando em miúdos: sabe os favoritos que você armazena no seu navegador e que quando você utiliza outro computador fazem a maior falta? Então, o Delicious faz essa função, nele você adiciona seus favoritos e os separa por categorias (tags) da maneira que achar melhor, a grande vantagem é que essa informação fica on-line e pode ser acessada de qualquer lugar. Como se trata de uma comunidade também é possível ter acesso aos favoritos de outros usuários, se estes permitirem, ou indicar seus favoritos a seus amigos.<br />
O add-on para Firefox é bem simples, tem três botões que permitem adicionar sites a sua conta com apenas um clique, além de possibilitar a visualização dos seus bookmarks no estilo Windows Explorer. <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/3615/" target="_blank">Link para o Add-on.</a></p>
<p><strong>Echofon</strong><br />
O antigo TwitterFox é uma extensão bem funcional e simples de usar que integra o Twitter ao canto inferior direito do navegador. Lá aparecerá um ícone com o número de tweets / mentions / direct messages ainda não lidos na sua conta do Twitter. Além de ter acesso rápido a essas informações também é possível escrever novos tweets direto pela ferramenta. <a href="http://www.echofon.com/twitter/firefox/" target="_blank">Link para o Add-on.</a></p>
<p><strong>FireFTP</strong><br />
Esse é bem clássico. Uma boa ferramenta para acesso de FTP, na verdade não apresenta grandes vantagens sobre outras ferramentas do gênero, mas acredito estar entre as melhores, pois é bem leve, estável, tem ótimas ferramentas de navegação entre pastas, função de clique e solta, checa a integridade das tranferências, utiliza criptografia e, é claro, está integrado ao navegador. <a href="http://fireftp.mozdev.org/" target="_blank">Link para o Add-on.</a></p>
<p><strong>Session Manager</strong><br />
É um gerenciador de sessões, ou seja, com ele é possível salvar grupos de abas (sites abertos) no navegador. Um exemplo: você está fazendo uma pesquisa sobre determinado tema, e achou vários sites interessantes, foi abrindo cada um em uma aba do Firefox e, acabou o expediente, hora de ir para casa, o que você faz? Simples, clica no Session Manager e salva a sessão. No dia seguinte, basta clicar novamente na ferramenta e abrir a sessão salva, todas as abas serão restauradas e você pode continuar seu trabalho de pesquisa, tudo com mais ou menos quatro cliques.<br />
Além disso, é possível substituir ou editar sessões existentes. A ferramenta também pode abrir sessões perdidas caso o navegador trave e coisas do gênero. <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/2324/" target="_blank">Link para o Add-on.</a></p>
<p><strong>HTML Validator</strong><br />
Uma extensão obrigatória para quem desenvolve sites e se preocupa com os padrões web. Pode ser configurada para rodar o mesmo algoritmo do W3.org, em tempo real, ele mostra o número de erros da página e quais são esses erros. Bastante leve e funcional, apesar do nome engraçado é uma ótima ferramenta. <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/249/" target="_blank">Link para o Add-on.</a></p>
<p><strong>Web Developer</strong><br />
Um dos melhores complementos para desenvolvedores, por trazer inúmeras opções. Web Developer é um toolbar que permite: redimensionar a janela com dimensões que podem ser definidas, desativar javascript, cookies, imagens ou CSS, validar elementos do site, limpar o cache com dois cliques, entre um monte de outras coisas. São tantas opções que dificilmente alguém utiliza todas. Em suma, uma ótima extensão. <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/60/" target="_blank">Link para o Add-on.</a></p>
<p><strong>Firebug</strong><br />
Trata-se de um add-on mais que obrigatório para qualquer desenvolvedor. Com ele você monitora HTML, CSS, Javascript e requisições de elementos separadamente em qualquer site. Sua acessiblidade é fantástica e a ferramenta de inspeção é muito útil, com ela encontrar erros estruturais fica muito mais simples. E preciso estar atento ao fato de que, por default, alguns painéis vêm desativados, então é preciso selecioná-los no menu e ativá-los para que funcionem. <a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/1843/" target="_blank">Link para o Add-on.</a><br />
O Firebug possui complementos que o incrementam permitindo a análise de alguns outros fatores do desenvolvimento de sites. Para performance os meus favoritos são o <a href="http://code.google.com/intl/pt-BR/speed/page-speed/" target="_blank">Page Speed</a> do Google, e o <a href="http://developer.yahoo.com/yslow/" target="_blank">Yslow</a> do Yahoo!, ambos possuem funcionalidades semelhantes mas, no meu ponte de vista, se complementam. São leves e possuem uma leitura fácil, além de praticamente darem a solução detalhada para questões que afetam diretamente a velocidade de carregamento de sites.<br />
Para SEO um complemento interessante é o <a href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/9403/" target="_blank">SenSEO</a> que analisa os dados da página em tempo real baseado na keyword, apontando erros e soluções. A vantagem é o acesso rápido a essas informações que, para profissionais da área, não são tão complexas, mas que, nem por isso, deixam de ser importantes.</p>
<p><strong>KeywordSpy</strong><br />
Essa extensão é um caso a parte. A utilizo para SEO, ela exibe informações bastante importantes na SERP do Google como: Page rank, idade do domínio, cache do Google, número de links, nacionalidade do domínio, entre outras.<br />
O fato é que é um add-on em desenvolvimento, então estou a usando ainda como teste, algumas de suas informações se mostram inconsistentes, mas acredito ser interessante utilizar ferramentas assim e dar um feedback aos seus desenvolvedores, ajudando-os a criar extensões estáveis e úteis para todos.<a href="https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/13668/" target="_blank">Link para o Add-on.</a></p>
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		<title>Mercado, mídias, estratégia e pessoas</title>
		<link>http://gutokraft.com/blog/pensando-em-web/mercado-midias-estrategia-e-pessoas/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 15:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gutokraft</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensando em Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecer seu público é tão importante quanto conhecer sua própria identidade, como empresário, empresa e marca. O primeiro passo para um projeto bem sucedido é o consenso entre projetista e contratante de que o público transcende gostos e opiniões pessoais, seu interesse é o alvo e o modo correto de abordá-lo requer um conhecimento específico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecer seu público é tão importante quanto conhecer sua própria identidade, como empresário, empresa e marca. O primeiro passo para um projeto bem sucedido é o consenso entre projetista e contratante de que o público transcende gostos e opiniões pessoais, seu interesse é o alvo e o modo correto de abordá-lo requer um conhecimento específico que só é alcançado com pesquisa, colaboração e bom senso das partes envolvidas.</p>
<p>Quando se trata de web existem outros fatores, na verdade a essência é a mesma de qualquer projeto que tenha uma estratégia, metas e pessoas para comunicar. Os fatores aos quais me refiro são os que tornam essa mídia tão funcional e que vêm estabelecendo uma nova forma de abordagem e comunicação com os consumidores, sejam de serviços, produtos ou mesmo informação.</p>
<p>Para exemplificar de forma simples nada melhor do que uma situação fictícia: imagine que você acabou de fazer um upgrade na sua empresa, contratou mais pessoas, reviu processos e metodologias com o objetivo de tornar seus produtos ou serviços melhores, mais efetivos para seu consumidor. Tudo isso se deu de maneira interna, você sabe, seus colaboradores sabem. Agora é hora de dizer a quem mais interessa, mas, de que forma comunicar isso? Como fazê-los acreditar, consumir, repassar essas melhorias e, o principal, como saber se todo esse processo de reformulação foi realmente efetivo e bom para todos?</p>
<p>Como se trata de uma situação fictícia, vamos pensar em soluções básicas. Pensaremos em um trabalho de marketing bastante simples, no qual será feito uma pesquisa do público alvo, momento do mercado, ação de seus concorrentes, diferenciais dos seus produtos ou serviços, pontos fracos e fortes. Com base nesses dados, será traçada uma estratégia que dirá de que forma abordar o consumidor. Agora chegamos ao ponto que eu queria, vamos supor que os materiais para nossa empreitada de mentirinha serão: folder e site.</p>
<p>Agora sim, um folder e um site que tem a mesma missão, reposicionar sua marca, apresentar as melhorias dela para seu público alvo. Como trabalhar isso? Ambos dirão a mesma coisa? Qual proveito você pode tirar de cada uma das mídias? Que ferramentas elas lhe proporcionam? Não se trata de uma competição entre mídias, mas sim do proveito que se pode tirar do trabalho conjunto dessas.</p>
<p>Impossível ler essas perguntas, pensar em soluções, e não ficar com a palavrinha “estratégia” piscando em seu cérebro como um letreiro de neon dos anos 80. Ser colocado diante dessa situação tem o objetivo de nos fazer avaliar possibilidades e fatores que tornam o trabalho em diferentes meios tão específicos e promissores.</p>
<p>Uma das coisas que minha experiência profissional me ensinou é que a forma mais efetiva de se trabalhar com seu cliente é <strong>pensar</strong> junto com ele. O conhecimento de ambos é que faz os projetos alcançarem o sucesso. E o jeito certo de fazer isso é trabalhando em equipe.</p>
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